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Esporotricose: A culpa não é do gato!

Apesar de ser uma doença frequente nos felinos, a esporotricose pode acometer cães e humanos! O gato é tão vítima como nós, e merece ser tratado para que não sofra, e nem propague a doença para outros animais, já que a fuga e briga dos felinos é comum por território e acasalamento.
Seu agente infeccioso é o fungo do gênero Sporothrix sendo mais comum em nosso país o Sporothrix schenckii e o Sporothrix brasiliensis que pode estar presente no solo, no feno, em plantas e madeiras em decomposição, sua distribuição é cosmopolita.
Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência de forma crescente da doença em animais, especialmente em gato, porém cães também podem ser acometido, apesar da doença nestes ser de forma mais branda.
A contaminação ocorre quando os esporos do fungo penetram o nosso corpo através de feridas, como arranhões, mordidas de animais infectados, farpas ou furos provocados por espinhos. O contato direto da pele com feno, musgos e mofos também pode ser fonte de transmissão, se o paciente tiver pequenas fissuras, e algumas atividades profissionais estão mais sujeitas ao desenvolvimento da esporotricose, como por exemplo, paisagismo, jardinagem, agricultura, trabalho florestal e empacotamento de feno.
Os sinais mais observados da doença, são as lesões ulceradas na pele, ou seja, feridas profundas, que não cicatrizam e costumam evoluir e se espalhar para outras partes do corpo rapidamente. Nos humanos , os sinais geralmente começam com um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida. Surgem com maior frequência nos braços, nas pernas ou no rosto, às vezes formando uma fileira de carocinhos ou feridas. Como pode ser confundido com outras doenças de pele, o ideal é procurar um dermatologista para obter um diagnóstico adequado.
Felizmente a esporotricose tem tratamento, seu diagnóstico em animais pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone seu bichinho, não maltrate ou sacrifique-o com suspeita da doença. Procure um Médico Veterinário para esclarecimento, diagnóstico, tratamento e orientação dos cuidados necessários para cuidar de seu pet sem colocar em risco a sua saúde.

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Esporotricose: A culpa não é do gato!

Comportamento Canino

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Comportamento Canino

Veterinária Santa Luzia.
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